Retinografia

A retinografia é uma foto do fundo do olho, ou seja, da retina. Este exame é utilizado para diagnóstico e principalmente para acompanhamento das doenças oftalmológicas que acometem a porção posterior do olho.

Além disso, o exame pode ajudar na explicação e esclarecimento de doenças para os pacientes. Alguns pacientes são um pouco difíceis de convencer a realizar tratamentos preventivos nos estágios iniciais da doença como Doença Macular Relacionada à Idade (DMRI), Glaucoma e Retinopatia do Diabetes (RD). Existem diversos tipos de retinografia. Confira: 

  • Retinografia Colorida;
  • Retinografia Red-Free;
  • Retinografia Angiofluoresceínca (Angliofluoreceinografia);
  • Mosaicos (montagem computadorizada ou manual de diversas fotos);
  • Retinografia periférica;
  • Retinografia da papila (papilografia);
  • Retinografia estereoscópica da papila.

Estes exames podem ter formato digital (computador, pendrive, etc), ou formato analógico (fotografias e filmes fotográficos). O formato digital mantém a qualidade das imagens do formato analógico e agrega vantagens como armazenamento facilitado, além de evitar a perda ou envelhecimento dos filmes e fotografias. A tendência hoje é que todos os exames sejam realizados no formato digital e os exames anteriores (mais antigos) sejam digitalizados através de scanners e fotografias digitais.

Futuro do Exame

Atualmente, em março de 2020, este exame está sendo muito utilizado para estudos com Inteligência Artificial (IA). Acredita-se que com IA podemos ter diagnósticos e prognósticos mais precisos da Retinopatia do Diabetes.

Em um futuro próximo, uma foto do fundo do olho pode vir a identificar fatores de risco para cegueira, infarto miocárdio ou insuficiência renal causados pelo diabetes. Tudo isso de forma muito mais precoce e precisa do que os exames usados atualmente.

Eventualmente, isso poderá levar a aparelhos mais simples e portáteis que possam ser acoplados a celulares, por exemplo, e enviados ao médico para o diagnóstico em casa.

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